Se Joga

domingo, 26 de julho de 2009

Pra mim.

"Quando depositamos muita confiança ou expectativas em uma pessoa, o risco de se decepcionar é grande. As pessoas não estão neste mundo para satisfazer as nossas expectativas, assim como não estamos aqui, para satisfazer as dela.Temos que nos bastar... nos bastar sempre e quando procuramos estar com alguém, temos que nos conscientizar de que estamos juntos porque gostamos, porque queremos e nos sentimos bem, nunca por precisar de alguém. As pessoas não se precisam, elas se completam... não por serem metades, mas por serem inteiras, dispostas a dividir objetivos comuns, alegrias e vida. Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com a outra pessoa, você precisa em primeiro lugar, não precisar dela. Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher de sua vida. Você aprende a gostar de você, a cuidar de você, e principalmente a gostar de quem gosta de você. O segredo é não cuidar das borboletas(...)"
Só porque hoje o post é meu, e pra mim.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Live Action Parte I

Nossa, como eu gostava dos Live Action. Puta merda como eu pirava! Apesar de sempre sair xingada deles, eu adorava me fazer de vampiro por um dia e jogar.

Modéstia a parte, eu sempre fui bem nos Lives. A não ser um deles, que eu tava de Toreador e realmente não fazia meu tipo aquela personagem. Pra ter uma idéia, nem lembro do nome dela! Hahaha!

Então. Vou contar desse live, esse que eu fui mal. Eu tava gatz de Toreador. Minha personagem era linda, mas burrinha que doía. Hahaha! Tinha fobia a gatos, e problemas com bebida. Bem sequeladinha a coitada.
Era um fim de semana,e o Live ia ser na casa da Regan e da Marianne. Eu cheguei, e, nem sei muito porque, quiseram me MAQUIAR. É! MA-QUI-AR!

-Ai, você é Tore, tem que tar bem linda e maquiada!

E pasme quem era a maquiadora. Ponto. Depois da maquiagem,eu parecia uma Drag Queen Vila Style. Mas tava lindo! (ahaaaam)
Todo mundo arrumadinho, eis que o jogo começa. Lembro de uma parte do jogo que chegou meu turno, e eu ataquei a personagem da Flora com uma toalha de mesa! Nada a ver com a história, mas foi engraçado. Na época tinham mais dois narradores, não só a Marianne. Dois amigos dela, um deles era Robert.
Aquele dia eu me senti num anime! De verdade! Eu até que interpretava o personagem, mas tinha jogadores que se achavam o personagem. Era engraçadíssimo ver!
Todos jogaram muito bem, e me lembro que teve uma hora que alguém sentou com um gato na minha frente. Um gato de pelúcia. Hahaha! Eu nem tinha me ligado do gato! Por favor. Pra falar a verdade nem sabia que o gato fazia parte do jogo. Quando Marianne viu que eu não reagi ao gato, ela me chamou num canto e deu um pega: Porra! Tem um gato na tua frente! E você tem fobia a gatos! Vamo lá!
Aí eu reagi, e tudo fluiu normalmente, a não ser pelo fato da minha personagem ter saído de lá meio bebinha...;D

Esse foi um dos Lives mais sem graça, outros virão.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Desabafo

Ontem a noite me foi muito produtiva. Eu finalmente DESABAFEI. Como há muito, mas MUITO tempo não fazia. Eu tava me sentindo mal, e, acima de tudo, me sentindo má.
Eu sei, eu falei pra cacete. Hahaha. Como sempre, minha boca não se controla. Mas hoje eu tô me sentindo tão leve, tão sem problemas.
E só tem uma coisa que acho que ficou meio mal entendido. Eu não tô mal. Eu tô muito bem, em vários aspectos da minha vida, mas quem não quer melhorar? Devagarinho vou conquistando todas as melhoras que quero na minha vida, e chegou a hora de começar essa nova fase. Diploma em mãos, emprego garantido, agora é hora de cuidar de mim. Hora de me dar prazeres que eu desejo. Tô relativamente bem resolvida quanto a amores, quanto a família (haha, "ela" não faz parte da família), quanto à amizades. Agora só falta eu me sentir bem comigo mesma. Falta eu me resolver. E esse é o próximo passo. Até mês passado eu era eu pra faculdade e pra realização do sonho de ter um diploma na mão. Agora eu vou ser eu pra mim, pra minha felicidade. Daqui alguns tempos serei eu pra alguma coisa a mais, outro "sonho".

Tá, emisse de lado, Colegas de volta. Era 2004. Bem no começo. Janeiro, dia de resultado do vestibular da UFPR. Aquele ano só fiz UFPR. PUC tava fora de questão. A mensalidade de R$ 1800 não permitiria nem sequer que eu tentasse a prova. Mas tá. Eu não passei. Tava na praia e minha tia me ligou. Falando que não foi dessa vez, e blá blá blá. Eu só queria ficar quieta, no meu canto. E foi isso que eu fiz. Mas depois de um tempo comecei a esperar que pessoas me ligassem, dando os "pêsames" por não ter passado, me dando uma palavra de força.
Eu espero demais das pessoas. Sô carente pra burro e acabo esperando demais das pessoas. Espero que elas façam o que eu faria. E raramente é isso que acontece. Não venha me dizer que eles ficaram sem graça de falar comigo nem nada. Teve gente perguntando onde eu tava que não tava na lama com eles. Teve gente marcando uma reunião dos Colegas pra 2 dias dali.
Foi MARA!
Dali em diante, faltavam poucos dias pro meu aniversário. E ele chegou. Qual foi minha surpresa que MUITA gente me ligou. Até a Charlotte! Calma,eu achei uma explicação pra isso também. Pessoas perguntando como eu tava, se tava bem, que eu iria fezer naquele ano, se ia pra cursinho, pra qual deles. Eu sei que era o dia deles. Mas o que custa uma mensagem, falando, sinto muito? Regan também não tinha passado, e muito tempo depois da comemoração na lama, descobri que os Colegas tinham ido dar suporte à ela, no mesmo dia. Que os Colegas tinham ficado preocupados com ela. Que os Colegas tinham falado pra ela várias palavras, das quais eu esperava só duas: Tô aqui. Ponto.
Eu lembro tão bem os dias, até do tom da Charlotte falando comigo no meu aniversário, pelo telefone. A explicação que eu achei pra isso é que ela tinha que dar suporte pra abelha operária, senão ela pararia de produzir. Nesse caso, era tipo uma questão de fazer social, manter o social. É tipo o político, que faz propaganda " Muito obrigada Curitiba" na televisão. Ou tipo o Sílvio Santos, agradecendo o Brasil inteiro pela audiência. E eles sabem quem são essas pessoas que eles tanto agradecem? Pi-a-da. É, sempre rola aquela falsidadezinha.
Eu tô tentando resgatar minhas agendas dos anos dourados, pra ver se eu lembro de mais coisas e coisas mais específicas. A.S.A.P., eu vou postando.

Thanks, again.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

R.I.P.


Johnny Ramone

Era ano de cursinho. 2004. Positivo, M21, Sede Batel. Eu e Regan estudávamos na mesma sala. Isso na metade do ano mais ou menos mudaria, Regan achava que a minha presença prejudicaria ela, porque sempre tínhamos algo pra comentar durante as aulas. Então, na metade do ano, por aí, ela resolveu mudar de sala e se dedicar exclusivamente aos estudos. E não me fez falta. Tinha outros amigos naquela sala. E me identifiquei bem mais com esses novos amigos do que com a própria Regan. Nosso santo acho que nunca bateu. De verdade. As vezes parecia que eu estar ou não ali no grupo não fazia a menor diferença pra ela. Não que pra alguém fizesse diferença, mas ela parecia um caso a parte. Um caso clássico de não-aceitação.
Mas tá. Lembro de ter acordado cedo (como sempre) num daqueles dias. Uma das manchetes do jornal da manhã:


"Johnny soube que tinha câncer de próstata em 1997 e após uma longa guerra contra sua doença faleceu no dia 15 de setembro de 2004 aos 55 anos."


Se tratava de Johnny Ramone, guitarrista da era dourada dos Ramones. Eu lembro que me deu um baque aquele dia. Na época realmente não me tocaria como me tocaria hoje, pois nem escutava Ramones, nem sequer tinha tido curiosidade até aquela época de procurar sobre eles. Mas foi tipo, um "Ai meldels" em mim. Talvez porque pressentia que alguns anos dali eu começaria a gostar e me tornaria fã. (O mundo gira, filho da puta)
E eu cheguei no cursinho meio mal. E no intervalo Regan resolveu aparecer na nossa saudosa M21. Eu lembro que eu tava sentada no tablado/palco, conversando com um amigo,que, na época, fazia terceirão. Aí Regan chegou e cumprimentou as pessoas. E eu caí na bobeira de comentar da morte do Ramone. Pra que? Hahahaha! Regan, no tom mais cínico possível me cortou e respondeu: "Tá, e agora você vai usar uma faixinha preta em demosntração de luto por uma semana! Hahaha! *rindo descontroladamente*".
E se eu gostasse, qual o problema? Ah sim, eu tinha que entender que o Iron Maiden era sem dúvida a melhor, que Blind Guardian era supremo! Hoje eu realmente acho que Iron Maiden é melhor que Ramones, mas sei também que Ramones é muito bom. Cada um é MUITO bom em sua vertente do Rock ´n Roll. Então, porque fazer o comentário tão infeliz? Sem nem sequer conhecer Ramones? Porque assim, não consigo imaginar uma pessoa que já tenha escutado Ramones possa ter tanto desprezo por qualquer um dos integrantes. Não consigo imaginar alguém que tenha ouvido Ramones falando que eles são muito ruins, a ponto de ser redicalmente contra a música deles. Eu sim entendo que tem gente que pode não gostar da música deles (3 acordes meu bem). Mas não tem como dizer que a música é ruim. É simples,mas não RUIM. Por que diabos Ramones teriam a legião de fãs que eles realmente têm se fosse uma música ruim? Por que diabos eles seriam o exemplo de banda de PUNK ROCK se fossem ruins? Há uma grande diferença entre você não gostar de uma banda e ela ser ruim. E assim, entre nós, não é muita petulância você querer falar que uma banda é ruim ou boa? Não é muita prepotência? ;D
E tem a questão André Matos, que vai ser comentada em outro post.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Dia do Amigo

Baboseira? Não sei. Só sei que cada vez mais percebo quanto foi bom tudo que me aconteceu na época da queda dos Colegas. Engraçado. Hoje Coléga me é um adjetivo/substantivo muito usado. E o mais engraçado ainda é que meus Colégas são amigos. Amigos mesmo! Sem nenhum ar pejorativo. Mas também são os que não me fazer diferença, os que acabei de conhecer, os que não verei mais. Mas estes são os Colegas, sem "´". Aqueles que realmente não me interessam. Pejorativo? Um tanto quanto.
Aos meus COLÉGAS, um feliz dia do amigo. Vocês realmente me fazem a diferença. E querendo ou não, parte da culpa de eu estar tão bem é de vocês. Concerteza.
E quanto aos Colegas, sábado me foi muito produtivo. Ri horrores, conversei, falei demaisnavidaloka. E fato, me senti muito bem desabafando tudo aquilo. Sheldon Cooper, True Blood (soon), Alysson McDreamy (hahaha) a parte, as conversas mais esclarecedoras e reconfortantes foram as sobre nosso grupo. At least I´m not a complete idiot.

Fato que hoje não me lembro de nada muito relevante pra postar sobre aquela época. Não me lembro de nenhum "Dia do Amigo" com eles. Engraçado também. Charlotte discutiu em um dos e-mais da queda sobre o grupo no Yahoo Groups não ser apenas uma lista de e-mails, mas sim um meio DELA desabafar, DELA manter contato com seus amigos-pra-vida-toda, DELA comentar todas as SUAS conquistas, DELA, DELA, DELA. Ponto final.
Eu me lembro que eu falei: Meu! Não passa de uma lista com vários e-mails! A gente usa pra marcar as coisas! Só isso! Não tem nada de sentimental aqui! Nada que toque meu coração! Cala a boca , colega!!".
Aquele dia virei macho! Macho a ponto de enfrentar a abelha-rainha. E hoje sou bem mais macho! E se precisasse enfrentar mais uma vez, enfrentaria. Só não sei com que cara. (Noossa cara, a Charlotte tava aí até agora pouco! A gente veio curti uns hardcore! Voltando às oringens!)

Queria achar o e-mail. Juro que queria! Pra me mijar de rir mais uma vez! E pra ver como eu fui idiota todo aquele tempo, mais uma vez!

É Coléga, feliz dia do amigo.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Dia do Desbunde

Era aniversário de Regan. Não me lembro exatamente o ano, mas se não me engano era ano do cursinho, 2004. Todos estavam tristes e infelizes pois ela não havia passado pra faculdade. Apesar de Regan parecer a mais estudiosa do grupo, isso não foi o suficiente pra que ela entrasse pra faculdade.
Então, não sei se como "consolo", resolveram fazer um aniversário para ela. Uma festa de "desbunde". Quem estava a frente da organização era Charlotte. Todos estavam ajudando, mas por fora. Charlotte era a grande responsável por grande parte de toda a festa, que era surpresa. Durante a festa, uma das surpresas é que cantaríamos a música "Journeyman", do Iron Maiden para Regan,como um coral (breeeeeeeeega). E eu, como boba e retardada naquela época, decorei bonitinho a letra, até ensaiei! Hahaha!
Seria obrigatório traje passeio completo, bem do tipinho desbunde de pessoas antissociais.
E até que chegou o grande dia. Cheguei na casa de Charlotte e vi várias coisas já arrumadas, em seus devidos lugares. A "garagem lateral" havia sido transformada em algo do tipo, ou pelo menos lembrava, uma câmara de tortura, com lonas por todos os lados e uma cama no centro. (Não me lembro dos detalhezinhos). Era bem escuro e oee! Hahaha!
Havia máscaras pra cada convidado. Era uma meia-máscara, branca, todas confeccionadas por Charlotte. Lembro bem que ela havia feito uma máscara diferente. UMA. A qual seria usada por ela mesmo. (O que já era de se esperar).
Tinha também livretinhos vermelhos, com o famoso ankh dourado na capa. Nesse livretinho havia a letra da música. (E porque diabos perdi meu tempo decorando a porra da música? Pelo menos no show deles eu sabia cantar! =D)
Tinha levado meu melhor vestido, e lembro que os vestidos de Regan e de Marianne já estavam lá. Pra esconder bem a festa de Regan, Marianne levou os vestidos à casa de Charlotte antes. Tinha uma pessoa com boas intenções fazendo os cabelos. E NÃO era Charlotte! (Milagre! Mãe, sou cabeleireira pelo SENAC, deveriam ter me deixado fazer os cabelos!)
Maquiagem, cabelos, vestido e mesa posta, era só esperar a "desbundante". Enrolaram a coitada até onde se pode imaginar, até que ela chegou. Velas, climinha de "sou gótico, comofas/" e o coral a lá Iron Maiden numa escadinha em uma formação ridícula que me lembro até hoje! De máscaras e com livretinhos em mãos!
Ela chegou, não entendeu nada, e Marianne a mandou vestir o tal vestido e se maquiar. Assim que as duas ficaram prontas, foram pra fora, na piscina, aonde estávamos esperando na formação cristã de coral. E então cantamos. (Hora que eu me mijo de rir). Na introdução, Dickinson foi muito humilde, e ficou quietinho na música original. Mas em nossa versão nãão! Charlotte fez arranjos vocais do tipo sofridos, com sua voz de anjo. (Mãe, sou cantora pela Igreja das Mercês, devo cantar!) Foi a perfórmance (isso?) mais imbecil e engraçada de toodos os tempos! Só perde pra apresentação de teclado de Ross, em qualquer um dos episódios de Friends. Muito senti vergonha alheia. HUAsuhuahshuasuhuahs!
Mas tá, o ponto alto da festa seria a meia noite. Regan chorou, agradeceu a todos, mesmo porque éramos uma família, e não colégas! Eu amo vocês a parte, prefiro não comentar essa parte.
Nos reunimos, comemos, bebemos (nada alcoólico, não é?), e todos a volta de Charlotte. Noossa, como ficou tudo lindo! Desde a decoração até os detalhezinhos do livretinho. Tudo! Não posso negar, o clima vampiresco com sede de sangue tava massa. Mas não pra tanto! Não pra lambeção!
Mas ok, 2 minutos pra meia noite tocou aquela famosa frase que Dickinson liberta em sua música: "Two minutes to midnight." Então começamos a nos preparar para o tal desbunde. A meia noite, levamos Regan pra garagem/sala de mazoquismo e começamos a sessão. Novamente todos de máscaras e ela, Regan, com uma bunda, daquelas que se compra em casa de festas. Fizeram ela deitar na cama e Robert era o Orador. O clima de drama, velas e tal, tudo dominando. Tinha também uma adaga envolvida. Seria usada para o desbunde. ( Não sei porque todo poser de otaku tem que ter uma adaga linda cheia de dragõezinhos nessas épocas! Prefiro mil vezes meu bisturi! te garanto que machuca mais).
Depois da grande narração, houve o desbunde (que era simplesmente cortar aquele elástico que prendia a bunda falsa em Regan coma adaga uhhh). Pronto, acabou! Haha! Todo aquele mistério pra se cortar um elástico! Mas confesso, foi engraçado.
Mas concerteza a melhor parte e a que me fez rir desesperadamente quando lembrei dessa festa foi a parte do coral demoníaco. Era um querendo cantar mais alto que o outro, uns e outros tentando cantar com técnica vocal, voz tremida e tudo! Gente, como eu ri quando parei pra lembrar de todos os fatos! E tô rindo devolta escrevendo isso. Jesuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuss!
E como sempre, eu sai meio deprimida da festa. Hahaha! Burra³! Eu ainda me importava que eles não me davam atenção, que eles não se importavam comigo. Como sempre o centro das atenções girou entre Charlotte e Regan, com as panelas e tal. Eu, concerteza não entrava em nenhuma das panelas que um dia talvez tivesse chance de ser a proagonista de qualquer história. Como toda vez, me senti excluída, e dessa vez pior, perdida e diferente. Feia, chata, horrível, sem mentira. Foi uma das vezes que eu me senti pior com eles. Me senti realmente fora de qualquer panela no grupo. Fora do grupo. Ponto.
Mas eu que nem sabia que ainda tinha uma viagem pra praia pela frente,que iria me fortalecer e mostrar tudo como realmente era!

=D

terça-feira, 14 de julho de 2009

Férias! Rotina meu bem!

Férias! Finalmente! Ou não!
Como tô de férias (forçadas, mas férias), comecei a pensar em postar mais seguido. Tô com tempo a mais, inclusive pra pensar em coisas que já deveria ter pensado, como, por exemplo, NOMES. Nos posts anteriores só mencionei adjetivos, nada de nomes. Então, como o sugerido, criarei psudônimos. Alguns serão roubados descaradamente, mas com o consentimento da criadora! Bora lá então:
Eu continuarei sendo eu! (hahaha).
A Uma Pessoa receberá a graça Francis.
A Toda Poderosa a partir desse post será a famigerada e roubada Charlotte. Ponto Final.
A Trevosa em Transe será chamada de Regan.
O Aspirante a Cineasta, a partir daqui, Robert.
O Grande Paga-Pau será Pedro.
O Pessoa Alta, beijos Charles.com.
O Suíça será chamado Edward. Nada com o filme dos vampirinhos bons ou qualquer coisa assim. Apesar de que depois de algumas descobertas pode até ter algo a ver com o filminho. Piada.com.
A Pessoa Baixa será Flora, novamente, sem semelhanças com sua homônima.
O Aveman, a partir daqui, Cássio.
E tem uma pessoa que nem sequer me lembrei da existência.Irmã de Regan, Marianne.
Feitoo!